Muito
teríamos para escrever sobre Israel, este país fascinante e que encanta todos
que para lá viajam. Mas, mostrando um pouco de suas principais atrações, já dá uma
ideia do que o turista tem para ver e desfrutar.
TEL
AVIV
Tel Aviv, geralmente chamada "a cidade
que nunca para", foi a primeira cidade judia moderna construída em Israel
e é o centro econômico e cultural de Israel. É uma cidade viva e ativa, com
entretenimento, cultura e arte, festivais e uma vida noturna ativa.
Situada numa faixa de 14 quilômetros de comprimento no litoral do Mediterrâneo, Tel Aviv se estende além do Rio Yarkon ao norte e o Rio Ayalon no leste. Centenas de milhares de trabalhadores, visitantes, turistas e pessoas procurando diversão andam na cidade todos os dias, até as primeiras horas da manhã, buscando por clubes noturnos, restaurantes e centros de entretenimento da cidade.
História
A história de Tel Aviv começa em Jafa (Yafo) - a antiga cidade adjacente com 3000 anos de idade que se encontra para o sudoeste. A atual Cidade Velha de Jafa foi construída durante o Império Otomano e as suas casas de pedras e ruas estreitas abrigam o pitoresco quarteirão dos artistas e um centro para turistas.
Entre as atrações principais da Jafa Antiga estão: o Gan HaPisga - o Jardim do Pico com os seus restaurantes, galerias, lojas de artigos de judaica e um clima especial, o calçadão ao lado do mar e as muralhas da cidade velha, o centro dos visitantes no antigo pátio da corte e o porto de pesca.
Existem também vários sítios cristãos importantes na Jafa Antiga, como a Igreja de São Pedro, que data do século SVII, a casa de Simão, o Curtidor, onde Pedro teve a sua visão dos animais não casher, e a tumba de Tabitha, cujas boas ações permitiram que Pedro a ressuscitasse. Em volta de Jafa se encontra a torre do relógio otomano, um mercado vibrante que vende objetos de segunda mão que vale sempre à pena visitar e o bairro de Ajami.
Em 1909 sessenta e seis famílias judias que viviam em Jafa estabeleceram o primeiro bairro do que se tornaria a cidade de Tel Aviv. O bairro, que se chamava "Achuzat Bait" (pedaço de terra reivindicado por um colono), originalmente se encontrava em Jafa. Em 1910 foi renomeado de Tel Aviv, e o bairro começou a se expandir. Outros bairros foram adicionados até que, eventualmente, se tornaram o centro do Ishuv - o assentamento judeu na Palestina daquela época. Foi em Tel Aviv, em 14 de maio de 1948 que David Ben Gurion declarou a independência do Estado de Israel.
O bairro antigo Achuzat Bait, que se estende da Rua Montifiore e Yehuda HaLevi é o núcleo histórico de Tel Aviv. Para o oeste se encontra o bairro de Naveh Tsedek, que foi o primeiro bairro judeu estabelecido fora de Jafa em 1887. O bairro foi renovado nos anos 80 e agora é um bairro pitoresco e charmoso, onde muitas das casas originais ainda se encontram inteiras. Há muitos prédios nos bairros vizinhos a Achuzat Bayit que foram construídos no estilo eclético que foi popular em Tel Aviv nos anos 20. Blocos de prédios construídos neste estilo podem ser encontrados em Nahalat Binyamin e no "coração da cidade" - o triângulo entre a Rua Shenkin, a Avenida Rothschild e a Rua Allenby.
Cultura e Entretenimento
Tel Aviv é o centro de Israel para a cultura e o entretenimento. A cidade tem mais de 20 museus, sendo os mais importantes o Museu da Terra de Israel (HaAretz) e o Museu de Arte de Tel Aviv. Outros museus de Tel Aviv incluem o Museu da Diáspora, o Museu de História das Forças de Defesa de Israel, o Museu Etzel, O Museu da Haganha, o Museu do Palmach, o Museu Kekhi e o Museu Nachum Guttman.
A cidade abriga a Orquestra Filarmônica de Israel e a Companhia de Ópera Israelense, além da maioria das companhias nacionais de dança e teatros.
Tel Aviv também é o centro nacional para a vida noturna e o entretenimento, e é cheia de clubes noturnos com música de todos os tipos, dança, restaurantes, pubs, cafeterias, discotecas, cinemas, auditórios e salas de concerto.
Tel Aviv tem praias para o banho e um calçadão romântico em frente ao mar.
Os sítios históricos importantes de Tel Aviv incluem a Casa de Bialik, a Casa de Ben Gurion, a Casa de Dizengoff, o antigo cemitério na Rua Trumpledor e a Casa de Reuven. Os amantes da natureza podem visitar o jardim em Abu Kabir, o Parque HaYarkon e os Jardins Botânicos perto da Universidade de Tel Aviv. Famílias com crianças podem desfrutar de um parque de diversões repleto de ações.
Onze das igrejas, monastérios e mesquitas da cidade, com a Igreja de S. Pedro e o Monastério Franciscano estão localizados em Jafa.
As pessoas que passam as férias em Tel Aviv podem se hospedar em qualquer um das dezenas de hotéis, pensões e albergues espalhados pela cidade. Estes oferecem todos os tipos de acomodação, desde quartos luxuosos a uma hospedagem simples e agradável.
Situada numa faixa de 14 quilômetros de comprimento no litoral do Mediterrâneo, Tel Aviv se estende além do Rio Yarkon ao norte e o Rio Ayalon no leste. Centenas de milhares de trabalhadores, visitantes, turistas e pessoas procurando diversão andam na cidade todos os dias, até as primeiras horas da manhã, buscando por clubes noturnos, restaurantes e centros de entretenimento da cidade.
História
A história de Tel Aviv começa em Jafa (Yafo) - a antiga cidade adjacente com 3000 anos de idade que se encontra para o sudoeste. A atual Cidade Velha de Jafa foi construída durante o Império Otomano e as suas casas de pedras e ruas estreitas abrigam o pitoresco quarteirão dos artistas e um centro para turistas.
Entre as atrações principais da Jafa Antiga estão: o Gan HaPisga - o Jardim do Pico com os seus restaurantes, galerias, lojas de artigos de judaica e um clima especial, o calçadão ao lado do mar e as muralhas da cidade velha, o centro dos visitantes no antigo pátio da corte e o porto de pesca.
Existem também vários sítios cristãos importantes na Jafa Antiga, como a Igreja de São Pedro, que data do século SVII, a casa de Simão, o Curtidor, onde Pedro teve a sua visão dos animais não casher, e a tumba de Tabitha, cujas boas ações permitiram que Pedro a ressuscitasse. Em volta de Jafa se encontra a torre do relógio otomano, um mercado vibrante que vende objetos de segunda mão que vale sempre à pena visitar e o bairro de Ajami.
Em 1909 sessenta e seis famílias judias que viviam em Jafa estabeleceram o primeiro bairro do que se tornaria a cidade de Tel Aviv. O bairro, que se chamava "Achuzat Bait" (pedaço de terra reivindicado por um colono), originalmente se encontrava em Jafa. Em 1910 foi renomeado de Tel Aviv, e o bairro começou a se expandir. Outros bairros foram adicionados até que, eventualmente, se tornaram o centro do Ishuv - o assentamento judeu na Palestina daquela época. Foi em Tel Aviv, em 14 de maio de 1948 que David Ben Gurion declarou a independência do Estado de Israel.
O bairro antigo Achuzat Bait, que se estende da Rua Montifiore e Yehuda HaLevi é o núcleo histórico de Tel Aviv. Para o oeste se encontra o bairro de Naveh Tsedek, que foi o primeiro bairro judeu estabelecido fora de Jafa em 1887. O bairro foi renovado nos anos 80 e agora é um bairro pitoresco e charmoso, onde muitas das casas originais ainda se encontram inteiras. Há muitos prédios nos bairros vizinhos a Achuzat Bayit que foram construídos no estilo eclético que foi popular em Tel Aviv nos anos 20. Blocos de prédios construídos neste estilo podem ser encontrados em Nahalat Binyamin e no "coração da cidade" - o triângulo entre a Rua Shenkin, a Avenida Rothschild e a Rua Allenby.
Cultura e Entretenimento
Tel Aviv é o centro de Israel para a cultura e o entretenimento. A cidade tem mais de 20 museus, sendo os mais importantes o Museu da Terra de Israel (HaAretz) e o Museu de Arte de Tel Aviv. Outros museus de Tel Aviv incluem o Museu da Diáspora, o Museu de História das Forças de Defesa de Israel, o Museu Etzel, O Museu da Haganha, o Museu do Palmach, o Museu Kekhi e o Museu Nachum Guttman.
A cidade abriga a Orquestra Filarmônica de Israel e a Companhia de Ópera Israelense, além da maioria das companhias nacionais de dança e teatros.
Tel Aviv também é o centro nacional para a vida noturna e o entretenimento, e é cheia de clubes noturnos com música de todos os tipos, dança, restaurantes, pubs, cafeterias, discotecas, cinemas, auditórios e salas de concerto.
Tel Aviv tem praias para o banho e um calçadão romântico em frente ao mar.
Os sítios históricos importantes de Tel Aviv incluem a Casa de Bialik, a Casa de Ben Gurion, a Casa de Dizengoff, o antigo cemitério na Rua Trumpledor e a Casa de Reuven. Os amantes da natureza podem visitar o jardim em Abu Kabir, o Parque HaYarkon e os Jardins Botânicos perto da Universidade de Tel Aviv. Famílias com crianças podem desfrutar de um parque de diversões repleto de ações.
Onze das igrejas, monastérios e mesquitas da cidade, com a Igreja de S. Pedro e o Monastério Franciscano estão localizados em Jafa.
As pessoas que passam as férias em Tel Aviv podem se hospedar em qualquer um das dezenas de hotéis, pensões e albergues espalhados pela cidade. Estes oferecem todos os tipos de acomodação, desde quartos luxuosos a uma hospedagem simples e agradável.
JERUSALÉM
As pessoas
costumam dizer que não há nenhuma cidade como Jerusalém. Mas o quê faz com que seja assim? Pode
ser a sensação, quando anda o turista por estas ruas antigas, de que está
andando numa corda bamba entre o céu e a terra?
Já há
muito tempo se tem dito que Jerusalém tem duas naturezas: a
"espiritual" e a "terrena". Algumas vezes os visitantes
acham que seus elementos "terrenos" são iguais aos de qualquer outra
cidade - talvez ainda mais; pois enquanto você caminha pelas ruas da Cidade Velha, mesmo nos seus locais sagrados, procurando os
momentos espirituais que sempre imaginou ter, ocasionalmente você poderá ser
empurrado pela multidão, que parece não ter o mínimo respeito pelo seu espaço!
Mas é
possível que o "respeito pelo espaço" tenha sido inventado em Jerusalém.
Pois afinal, Deus disse sobre a cidade: "Aqui estará o meu nome!" (1
Reis 8:29). E você quer vir aqui porque quer estar no local onde a tradição diz
que Abraão esteve um momento antes do anjo impedi-lo de sacrificar o seu filho,
Isaque. Do Monte das Oliveiras o turista pode ver a cidade estendida a sua
frente, flutuando como uma visão inigualável. A impressão ao descer o Monte das
Oliveiras é de escutar os ecos das multidões gritando "Hosannah!". Sua fé se fortalecerá enquanto reza sob as
oliveiras antigas no Jardim do Guetsêmani.
O turista
poderá contemplar Golgotá uma tumba vazia. O turista poderá subir os degraus
que levam ao templo que Jesus provavelmente também subiu, e onde Pedro curou um
mendigo. O turista vai querer restaurar a sua visão, como o mendigo na Piscina
de Siloam, onde todos os dias, sob as hábeis mãos dos arqueólogos, a terra
revela as pedras que Jesus conheceu. Também poderá celebrar aqui, com o povo judeu, durante as
festas bíblicas, a ascensão à Cidade Sagrada – Tabernáculo (Sucót), Páscoa (Pessach) e Pentecostes (Shavuót).
Aqui o
turista saberá o que realmente é um "lugar sagrado". É aqui o melhor
lugar para reviver os momentos de quando Jesus andou por estradas como estas,
carregando a cruz. Também o turista entenderá porque, 2000 anos depois as
multidões ainda se empurram para ter mais espaço, ignorando as necessidades dos
outros – ou se oferecem para ajudar a uma pessoa estranha, transbordando
compaixão. Os vendedores ainda competem pela sua atenção e o ar está cheio com
os aromas de canela, mirra, coentro e sálvia. E é nesse momento que o turista entenderá
o que é um "local sagrado".
NAZARÉ
Nazaré, ou
Natsrat, como o nome é pronunciado em hebraico, é o berço do cristianismo, a
cidade na qual, de acordo com a tradição, o anjo Gabriel anunciou a Maria que
ela iria receber a missão de conceber pelo Espírito Santo, e o lugar onde Jesus
passou a sua infância e juventude. Nazaré, na Galiléia Baixa, está localizada no centro
de um vale rodeado por montanhas que abraçam vários dos mais importantes sítios
cristãos no mundo. Esta é uma cidade de religião e fé, de espiritualidade e
santidade, mas também uma cidade com uma história rica, uma arqueologia
fascinante, uma cultura moderna e cheia do charme do Oriente Médio.
Nazaré,
que começou como um pequeno vilarejo judeu, a cerca de dois mil anos atrás, se
tornou um baluarte do cristianismo no período bizantino, depois de apenas
poucos séculos. Durante este período o nome Nazaré se espalhou pelo mundo, e o
desejo de ver o lugar no qual a Virgem Maria e Jesus Cristo viveram tornou a
cidade um popular sítio de peregrinação. Estas visitas fizeram com que se
construísse a primeira igreja da cidade, a Igreja da Anunciação, no local onde
tradicionalmente ficava a casa de José e Maria. Muitas outras igrejas foram construídas
pela cidade, e foram destruídas e reconstruídas conforme as mudanças nos
domínios muçulmanos e cristãos durante os séculos.
No século XIX Nazaré tornou-se novamente uma
cidade atrativa e os cristãos voltaram a viver nesta cidade e a reconstruir
igrejas e monastérios.
Hoje em
dia Nazaré é a maior cidade árabe em Israel, e tem cerca de 20 igrejas e
monastérios, além de mesquitas e sinagogas antigas. Fazer uma excursão por Nazaré é
como reviver os seus diversos períodos.
Cada era
passada deixou um símbolo poderoso que se tornou um local turístico agradável e
popular na era moderna.
Existem muitas igrejas antigas na Cidade Velha, como a Igreja da Anunciação no topo da lista. A igreja reconstruída retém partes das igrejas anteriores, dos períodos cruzado e bizantino. A igreja também abriga uma impressionante coleção de pinturas.
Existem muitas igrejas antigas na Cidade Velha, como a Igreja da Anunciação no topo da lista. A igreja reconstruída retém partes das igrejas anteriores, dos períodos cruzado e bizantino. A igreja também abriga uma impressionante coleção de pinturas.
Ao lado
desta igreja se encontra a Igreja de S. José, construída nas ruínas das
estruturas agrícolas nas quais, de acordo com a tradição, José, marido de
Maria, tinha a sua carpintaria. Enquanto que a Igreja da Anunciação foi
construída no local da casa de Maria, a Igreja da Anunciação grega ortodoxa foi
construída sobre o Poço de Maria, do qual se diz que a mãe de Jesus bebeu. Esta é
uma estrutura do período das cruzadas, e tem afrescos interessantes. Ao lado do
Poço de Maria se encontra a Igreja grega ortodoxa da Anunciação, dentro de um
hall do período cruzado. De acordo com a tradição aí se encontrava a sinagoga
na qual Jesus rezou.
Entre as muitas outras igrejas de Nazaré há a Igreja Mensa Christi, a Igreja Maronita, a Igreja de S. Gabriel e a Igreja Salesiana. A Cidade velha também tem edificações importantes do período otomano, incluindo a Saraya, ou a Casa do Governo, construída por Daher El Omar, o governador da Galileia no século XVIII, e a Mesquita Branca, que hoje em dia é usada como uma casa de orações e um centro educacional e cultura. A Mesquita Branca abriga um museu que exibe a história documentada de Nazaré.
Entre as muitas outras igrejas de Nazaré há a Igreja Mensa Christi, a Igreja Maronita, a Igreja de S. Gabriel e a Igreja Salesiana. A Cidade velha também tem edificações importantes do período otomano, incluindo a Saraya, ou a Casa do Governo, construída por Daher El Omar, o governador da Galileia no século XVIII, e a Mesquita Branca, que hoje em dia é usada como uma casa de orações e um centro educacional e cultura. A Mesquita Branca abriga um museu que exibe a história documentada de Nazaré.
Nazaré
está cheia de cantinhos fascinantes e adoráveis, que irão abrir o seu coração
para a sua beleza. Outro local que vale a pena visitar durante o passeio a pé é
o passeio no cume de Nabi Sain, para desfrutar da vista maravilhosa da
Galileia. Pode-se visitar a antiga casa de banho turco, que foi descoberta
durante a renovação de uma das lojas da cidade. Dar uma olhadinha numa mansão
senhorial elegante que exibe as riquezas e os costumes da classe alta otomana
no século XIX, incluindo alguns afrescos incríveis, é uma boa pedida. É também
interessante visitar a casa do bispo grego-ortodoxo, onde se pode andar através
de uma série de passagens subterrâneas que foram descobertas no pátio. Outro
local interessante é o complexo construído pelos russos como um albergue para
os peregrinos.
Nazaré,
que acolheu peregrinos por séculos, tem bons hotéis, para o conforto dos
turistas que invadem este local importante, especialmente na época do Natal.
Dezenas de restaurantes servem comidas deliciosas, com aromas maravilhosos, que
atraem visitantes durante o ano todo. Nazaré é gloriosa no Natal, quando a
cidade está decorada para as festas e suas cores e excitamentos se juntam a
atmosfera e aos sons das orações que emanam das igrejas da cidade.
CESAREIA
Esta é a
cidade do passado e do futuro, o novo em oposição ao antigo. Enquanto a
nova Cesareia é embelezada com casas modernas, a Cesareia antiga oferece aos
turistas as ruínas de edificações únicas e impressionantes. Ao mesmo tempo que
jogadores de golfe aproveitam dos viçosos gramados, no imenso hipódromo do
parque nacional há representações de corridas de cavalos. Enquanto os bairros
da moderna Cesareia são quietos e serenos, com uma arquitetura contemporânea, a
Cesareia antiga está fervilhando de turistas que vêm ver as maravilhas do
passado, que foram construídas por um dos maiores construtores do mundo antigo
– o Rei Herodes.
O Parque de Antiguidades de Cesareia é um dos parques mais impressionantes de Israel. Ele abriga edificações de vários períodos, um testemunho silencioso das mudanças drásticas pelas quais Cesareia passou nos últimos 2300 anos. Há, lado a lado, vestígios arqueológicos do período heleníco (3º século A.C.) ao período das Cruzadas (12º século), quando Cesareia era uma cidade portuária, e por muitos anos, a capital de Israel. Ela foi presenteada ao Rei Herodes por Augusto César, e recebeu o nome do rei. Herodes construiu um porto gigantesco, ao lado de instalações para entretenimento, casas de banho e templos. No período bizantino Cesareia foi um centro cristão importante. Os primeiros pais do cristianismo (Orígenes e Eusébio) viveram lá e, de acordo com a tradição cristã, foi em Cesareia que o primeiro adorador de ídolos foi convertido – o centurião romano Cornélio. Durante o período das cruzadas a cidade foi fortificada com muralhas e portões, que foram destruídos durante a conquista mameluca no século XIII.
Passear no parque nacional é como passear através da história, e andando entre as antigas edificações é possível sentir e imaginar como viveram ali a milhares de anos atrás, e, ainda, desfrutar de experiências modernas e contemporâneas, como shows de música cativantes exibidos no lindo teatro romano. É possível andar ao largo das muralhas da cidade e em volta das torres, recorrer as ruínas do castelo e dos vários templos, ver corridas de cavalo no hipódromo, visitar o porto antigo e a pequena praça de artistas e ver simulações computadorizadas tridimensionais interativas do passado da cidade.
Ao longo das ruínas há cafeterias modernas, restaurantes fantásticos, cantinhos românticos e uma praia, e não muito distante se encontra o aqueduto que trazia água à cidade antiga de Cesareia, 9 quilômetros de distância. Ao lado do parque nacional se encontra a cidade rural de Cesareia, que recebeu o seu nome da cidade antiga. A cidade é cheia de atividades, incluindo campos de golfe, um SPA delicioso, hotéis de luxo, o Museu de Arte Ralli e um sítio histórico que abriga os restos de um palácio magnífico, um piso de mosaico com pássaros incríveis e um tampo de mesa raro e único, incrustado com vidro e ouro.
EILAT
O Parque de Antiguidades de Cesareia é um dos parques mais impressionantes de Israel. Ele abriga edificações de vários períodos, um testemunho silencioso das mudanças drásticas pelas quais Cesareia passou nos últimos 2300 anos. Há, lado a lado, vestígios arqueológicos do período heleníco (3º século A.C.) ao período das Cruzadas (12º século), quando Cesareia era uma cidade portuária, e por muitos anos, a capital de Israel. Ela foi presenteada ao Rei Herodes por Augusto César, e recebeu o nome do rei. Herodes construiu um porto gigantesco, ao lado de instalações para entretenimento, casas de banho e templos. No período bizantino Cesareia foi um centro cristão importante. Os primeiros pais do cristianismo (Orígenes e Eusébio) viveram lá e, de acordo com a tradição cristã, foi em Cesareia que o primeiro adorador de ídolos foi convertido – o centurião romano Cornélio. Durante o período das cruzadas a cidade foi fortificada com muralhas e portões, que foram destruídos durante a conquista mameluca no século XIII.
Passear no parque nacional é como passear através da história, e andando entre as antigas edificações é possível sentir e imaginar como viveram ali a milhares de anos atrás, e, ainda, desfrutar de experiências modernas e contemporâneas, como shows de música cativantes exibidos no lindo teatro romano. É possível andar ao largo das muralhas da cidade e em volta das torres, recorrer as ruínas do castelo e dos vários templos, ver corridas de cavalo no hipódromo, visitar o porto antigo e a pequena praça de artistas e ver simulações computadorizadas tridimensionais interativas do passado da cidade.
Ao longo das ruínas há cafeterias modernas, restaurantes fantásticos, cantinhos românticos e uma praia, e não muito distante se encontra o aqueduto que trazia água à cidade antiga de Cesareia, 9 quilômetros de distância. Ao lado do parque nacional se encontra a cidade rural de Cesareia, que recebeu o seu nome da cidade antiga. A cidade é cheia de atividades, incluindo campos de golfe, um SPA delicioso, hotéis de luxo, o Museu de Arte Ralli e um sítio histórico que abriga os restos de um palácio magnífico, um piso de mosaico com pássaros incríveis e um tampo de mesa raro e único, incrustado com vidro e ouro.
EILAT
No decorrer dos anos a cidade de Eilat se
tornou a cidade de veraneio de Israel, com hotéis e praias cheias de milhares
de israelenses passando as suas férias,além de turistas do mundo todo. No
inverno a cidade atrai principalmente turistas europeus, que preferem passar as
férias em um clima ameno e agradável, enquanto que os israelenses vão aos
bandos para a cidade durante o verão. O segredo desta pequena e charmosa cidade
é sua localização, na parte norte da Baía de Eilat. A combinação do clima
quente, com o mar tropical e a paisagem de tirar o fôlego, com montanhas
selvagens de granito tornaram a cidade uma pedra preciosa para o turismo,
durante todo o ano.
A localização de Eilat foi estrategicamente mais significativa durante os muitos períodos históricos nos quais ela era usada como um porto – começando nos dias do Rei Salomão, passando pelos Nabateus, os Romanos, os Árabes e os Cruzados, todos povos que governaram a terra de Israel.
A cidade judaica foi estabelecida em 1950. No início de 1950 um caís foi construído na nova cidade, e, subsequentemente, um porto que se tornou a base da economia da cidade. Quase no final dos anos 60 a indústria turística começou a se desenvolver, e hoje Eilat é um paraíso para turistas, viajantes e veranistas.
A baía é uma das atrações principais, graças às lindas praias, ao esporte aquático que é bem desenvolvido no local, e a alguns dos melhores pontos de mergulho no mundo. No sul da cidade de encontra a Reserva de Corais, com seus peixes tropicais esplêndidos nadando entre os recifes. O Observatório subaquático se encontra dentro da reserva, com um museu marinho que exibe coleções de animais marinhos fascinantes.
A localização de Eilat foi estrategicamente mais significativa durante os muitos períodos históricos nos quais ela era usada como um porto – começando nos dias do Rei Salomão, passando pelos Nabateus, os Romanos, os Árabes e os Cruzados, todos povos que governaram a terra de Israel.
A cidade judaica foi estabelecida em 1950. No início de 1950 um caís foi construído na nova cidade, e, subsequentemente, um porto que se tornou a base da economia da cidade. Quase no final dos anos 60 a indústria turística começou a se desenvolver, e hoje Eilat é um paraíso para turistas, viajantes e veranistas.
A baía é uma das atrações principais, graças às lindas praias, ao esporte aquático que é bem desenvolvido no local, e a alguns dos melhores pontos de mergulho no mundo. No sul da cidade de encontra a Reserva de Corais, com seus peixes tropicais esplêndidos nadando entre os recifes. O Observatório subaquático se encontra dentro da reserva, com um museu marinho que exibe coleções de animais marinhos fascinantes.
Os diversos e variados restaurantes da
cidade acomodam a todos os paladares, e há também clubes, lojas coloridas e um
passeio ao largo da costa norte de Eilat, com bazares vibrantes durante o
verão. Há atrações adicionais para crianças e famílias, como parques de
diversões, a nova "Cidade dos Reis" (um parque temático baseado na
bíblia e suas histórias). A região de Arava, ao norte da cidade
e as Montanhas de Eilat são um deserto árido. Mas entre as montanhas expostas
há muitos e lindos pontos naturais, além de sítios arqueológicos e históricos,
o que faz de Eilat um ótimo ponto inicial para passeios especiais na área, como
viagens a camelo, passeios de jipes e muito mais.
Vale a pena uma viagem a Israel.
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