segunda-feira, 5 de agosto de 2013

GOVERNADOR CELSO RAMOS-SC - O PARAÍSO EXISTE

  
   A Santa & Bela Catarina sempre nos surpreende, com sua orla exuberante e com o jeito de viver de sua gente, que somente os escolhidos pelo Criador sabem desfrutar. Para nós, que labutamos por muitos anos a procura de novas atrações para o turista, não é surpresa há algumas décadas. Para os que são denominados de nativos, chegamos a entender, porque são apegados a seu pedaço de chão, e porque se ufanam das suas origens açorianas. Cremos inclusive, que o Criador os escolheu, para desfrutar de tanta beleza, brindando-os com o paraíso ainda em vida.
   Existem aqueles que ainda não conhecem, as belezas naturais, a hospitalidade e a tranqüilidade  de quem vive em Governador Celso Ramos. É para eles que mostraremos, com palavras pobres, diante da beleza que apresenta, um roteiro diferente, dentro da Santa & Bela Catarina, que foi, em todo seu litoral, agraciada pelo Criador com uma gama enorme de atrações. 
 COMEÇOU ASSIM...
  
   Como na maioria do litoral catarinense, Governador Celso Ramos não fugiu a regra, e sua ocupação e colonização, tem suas origens no arquipélago português dos Açores e na Ilha da Madeira. Porém, há indícios da presença de alemães na região. Conta à história, que até um norte-americano se instalou onde hoje é a Praia de Palmas.
   Foi por volta de 1739, que a pesca da baleia teve um grande impulso na costa brasileira, e entre 1740/42, próximo a Freguesia de São Miguel, se instalou um bem desenvolvido núcleo de captura e industrialização de baleia, que levou o nome de Armação Grande. Aliás, “armação” era o nome que se dava para onde se instalavam os núcleos de captura e industrialização de baleias. As instalações da Armação Grande, ou de Nossa Senhora da Piedade, ultrapassava os cinco mil metros quadrados de área construída, sendo a mais importante do litoral da Santa & Bela Catarina e a segunda do Brasil Colônia.
   Em 1745, atraídos pela pesca da baleia, açorianos e madeirenses ali se instalaram. E a partir de 1747, com a vinda de outros portugueses, novos povoados foram se formando, onde se destacaram a Fazenda da Armação, Costeira da Armação, Palmas, Canto e Ganchos. Em sua maioria, os colonizadores portugueses se dedicavam à pesca e a agricultura de subsistência.
   Nesta ocasião, os negros vindos da África, eram os que exerciam as funções braçais. Trabalhavam nas construções e no serviço de limpeza e conservação das baleias. As atividades eram intensas e foram construídas: senzalas, dois armazéns, hospital, botica (farmácia), casa de tanques, uma capela e a casa para o capelão, uma ferraria, casa para os feitores (gerentes) e uma casa para o administrador da Armação.
   A pesca da baleia e sua industrialização começou a entrar em decadência, e a Armação da Piedade começa também a perder sua pujança.
   Foi ai que um grande número de moradores começaram a migrar para outros lugares. Para se ter uma idéia, Armação da Piedade, em 1883 para a ter uma população de apenas 42 pessoas. Já o povoado de Ganchos, com a migração, passa a ter 208 moradores, o que faz com que Ganchos e os povoados vizinhos crescem e passassem a ter vinte e cinco fazendas. Como exemplo citamos Manoel José Sabino, que além de ter construído casas de senzalas, edificou paióis para o fabrico de farinha de mandioca. Já Inácio Vieira da Cunha, que se instalou em Canto dos Ganchos, construiu casa-grande, senzala, engenho, plantou cafezais, fez pastagens à beira-mar e criou gado. Já na povoado de Jordão, foram edificadas, casa e senzala, e paióis, para o beneficiar os produtos originários da lavoura, principalmente a mandioca. Palmas se constata a presença do norte-americano Robert Sens Cathcart, onde construiu a casa grande, senzala, engenho e se dedicou à criação de animais.
   Em tudo que aconteceu, sempre esteve presente a mão-de-obra dos escravos. Pois com a ociosidade da Armação, eles foram alugados pelo Estado Provincial, através de Veríssimo Mendes Viana & Cia, que estava a serviço de escravos na Armação da Piedade.
   O nome Ganchos tem várias e curiosas origens. Uma delas diz que o famoso Capitão Gancho, um temido pirata, andou passando pelo local. Outra diz que o nome Ganchos é originário dos ganchos tirados das árvores, para os pescadores carregarem seus pescados “enganchados” nas costas. Mas, a mais correta deve ser ao fato do local ser formado por três baias, uma seqüente a outra, tendo elas o formato de um gancho.
   Até pouco tempo, a localidade era mais conhecida como Ganchos, porém, por questões que não vêm ao caso, talvez políticas, foi o município batizado como Governador Celso Ramos. A bem da verdade, nada tem haver, por seu aspecto geográfico, o nome dado ao município.
   Aliás, devem os interessados prestar bem atenção, pois em Santa Catarina existe outro município, no planalto serrano, que se chama Celso Ramos, o que já confundiu muita gente. Este escriba certa ocasião estava na BR 116 (trecho Curitiba – Lages), quando foi abordado por uma pessoa que lhe perguntou onde ficava Celso Ramos. Quando lhe explicamos que estava no caminho errado, pois estava se dirigindo a Governador Celso Ramos, xingou com palavrões censuráveis, até a última geração dos que tiveram a “brilhante” idéia, de dar o mesmo nome a dois municípios, um deles distinguido apenas pelo título de governador. 
ATRAÇÕES TURÍSTICAS E CULTURAL
    A beleza topográfica de Governador Celso Ramos, o jeito de falar de sua gente, os costumes, as lendas e o folclore, já são atrações turísticas. Tentaremos descrever algumas de suas atrações, porém, as palavras não refletirão exatamente o que os olhos devem contemplar, para que se chegue a uma conclusão: Deus é brasileiro e nasceu na Santa & Bela Catarina.
   Armação da Piedade – A Armação da Piedade se estabeleceu em 1741 por Thomé Gomes Moreira que com mais sete negociantes, fez um contrato de arrematação com a Coroa Portuguesa por 12 anos. Foi nesse período que se levantou a armação, próximo à parte norte da Ilha de Santa Catarina, e em 18 de Novembro de 1745 foi benta a Capela. No local ainda existem ruínas do que teria sido, segundo os mais antigos, as construções utilizadas nas atividades de extração de óleo de baleias e da antiga casa do vigário. Esse tipo de extração foi altamente lucrativo para os contratantes, e os contratos renovados até que, em 1801, foram extintos os monopólios. As  armações da Bahia e Rio de Janeiro foram vendidas, e apenas as de Santa Catarina (Armação da Piedade), ficaram para a administração da Fazenda Real. Como as baleias foram ficando escassas no litoral catarinense, a atividade entra em decadência e em 1839, a Armação da Piedade é incorporada pela Marinha. Atualmente a Armação da Piedade é um núcleo de pescadores, que conservam vivem da pesca artesanal. A igreja, o cemitério e as antigas ruínas fazem parte do conjunto tombado pela Lei Municipal 9/83 da Prefeitura Municipal de Governador Celso Ramos.
   Baia dos Golfinhos – Os golfinhos ali existentes, cerca de oitenta, fazem parte das trinta e sete espécies, entre os de água salgada e água doce. Eles vivem em média trinta e cinco anos e o período de gestação é de  dez meses. Medem cerca de um metro e meio (golfinho de commerson) até três metros e meio (o grande golfinho). O que mais se destaca é o de focinho longo, com cerca de dois metros e meio de comprimento. São dóceis e brincalhões e parecem gostar de companhia humana. Mas, existem alguns que são mais arredios. Raros são os casos de agressividade.O golfinho tem uma única narina no alto do crânio, e através dela, renova 90% do volume de ar, cada vez que inspira (no homem, a renovação é de 15%). São capazes de num mergulho atingir a incrível marca de trezentos metros de profundidade. Mesmo de aparência obsessa, são bastante velozes, atingindo uma velocidade de até quarenta quilômetros por hora, graças a um efeito aerodinâmico, que na contração da pele, formam dobras que diminuem as turbulências.   
   Capela de Nossa Senhora da Piedade – Sua construção se iniciou em 1738 e só foi concluída em 1745. Construída em estilo colonial português é considerada a primeira igreja edificada em Santa Catarina, se localiza no povoado de Armação da Piedade. É tombada pelo Patrimônio Histórico constituindo-se uma visita imperdível para quem vai a Governador Celso Ramos.
   Ilha de Anhatomirim – Que na linguagem tupi quer dizer “pequena ilha do diabo”, esta localizada no município de Governador Celso Ramos, fazendo divisa com Florianópolis. Em 1739, nela foi construída uma das mais importantes fortalezas do sul do Brasil. A Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim. Sua fauna marinha é muito rica e sua principal atração os golfinhos que nadam em suas águas. A ilha e seu forte foram ocupados pela invasão espanhola em 1777, mas, em outubro do mesmo ano, devolvida ao domínio português pelo Tratado de Santo Ildefonso. Durante a Guerra do Paraguai (1864-1870), foi depósito de convalescentes e no fim do século, transformado em posto de controle e isolamento de portadores da febre amarela. Na Revolução Federalista (1894), o interventor federal Coronel Antônio Moreira César, efetuou inúmeras prisões políticas, e promoveu o fuzilamento de dezenas de pessoas na ilha. Serviu também a ilha, como um posto telegráfico da Marinha do Brasil, durante a Segunda Guerra Mundial. A Fortaleza de Santa Cruz de Anhatomirim, que é tombada pelo Patrimônio Histórico e Artístico Nacional, foi restaurada em 1980, e hoje é um ponto de atração turística. Sua administração está a cargo da Universidade Federal de Santa Catarina, e é objeto de campanhas educativas e turísticas, através da divulgação do seu aspecto histórico e cultural. Recebe mais de cem mil pessoas por ano.
   Ilha do Arvoredo – É uma área de duzentos e setenta hectares e faz parte da Reserva Biológica Marinha do Arvoredo, que é constituída além da Ilha do Arvoredo, pelas ilhas de Galés, Deserta e o calhau de São Pedro. A reserva foi criada pelo Decreto 99.142 de 12 de março de 1990. A partir de 1980, as ilhas foram o destino tradicional para mergulho recreativo, mas, a partir de 2000, a reserva foi fechada para mergulho. Hoje, o mergulho está restrito ao sul da Ilha do Arvoredo, em área que não está enquadrada na Reserva Biológica. Na ilha há um farol que foi inaugurado em 14 de março de 1883, com a finalidade de orientar os navegantes. Existem operadoras de mergulho que partem, tanto de Bombinhas como de Florianópolis, com saídas regulares, para os aficionados do mergulho.
   Crenças e Folclore – Mesmo após mais de dois séculos, em Ganchos, as crenças e tradições populares ainda estão presentes. A forma de falar, de maneira rápida e cantada, certas palavras que somente seus moradores entendem, e o respeito pelas festas religiosas, como o dia de São Pedro, Padroeiro dos Pescadores; Nossa Senhora dos Navegantes, e Divino Espírito Santo fazem parte de suas tradições. Dentre suas crenças populares estão presentes lendas como a do Lobisomem, do Boi Tatá e do Bicho da Orelha Mole. A lenda da Bruxa se reveste de uma pequena historia, dizem que ela tem pacto com o diabo, e que possuem poderes para provocar enfermidades e outras desgraças através de suas bruxarias. Uma delas é se transformar em uma Mariposa, para entrar nas casas pelos buracos das fechaduras e chupar o sangue das crianças que não foram batizadas. Diz a lenda, que as bruxas são mulheres magras, feias e sempre cumprimentam com a mão esquerda, e que para espantar as bruxas, deve-se usar tesouras abertas, ceroulas amarradas, alho, rezas e benzeduras. Na família que nascem sete mulheres, a última será bruxa, e para que isso não aconteça, a mais velha deve batizar a mais nova e dar-lhe o nome de Benta.
   Anotamos está lenda, como criatividade do imaginário açoriano.
   O folclore é baseado nas heranças açorianas, como o Boi de Mamão e o Pau de Fita, que estão ligados as festas religiosas. O artesanato segue a tradição através do crivo feito à mão, das redes e tarrafas para pesca e os balaios de bambu.
 AS PRAIAS
    As praias são um capitulo a parte. Encontra-se desde grandes áreas como a de Palmas, e até pequenas praias, como a Figueira, que chegam a se caracterizar como praia particular. Ainda existem praias praticamente desabitadas, conservando sua natureza agreste, dando aos visitantes a sensação de nova descoberta. Descrevemos algumas delas:
   Antenor – Própria para banho, suas águas são claras e tranqüilas, tem uma extensão de 250 metros e é freqüentada por turistas e veranistas que possuem casa de veraneio. Há serviços de restaurante, bar e lanchonete.
   Antonio Corrêa – São 150 metros de águas tranqüilas, praticamente uma praia particular.
  Armação da Piedade – É uma praia típica para o veraneio de famílias. Tem uma extensão de 150 metros com mar calmo e o lugar é tranqüilo, podendo os pais se despreocupar com os filhos. É nela que se encontra a Igreja de Nossa senhora da Piedade, tida como a mais antiga de santa Catarina.
   Calheiros – Com uma extensão de 300 metros é freqüentada pelos moradores de Ganchos. Oferece uma vista interessante dos barcos de pesca ancorados.
   Canto – Esta é outra praia muito frequentada pelos moradores locais, predomina a bela vista dos barcos de pesca, inclusive de grande porte. Sua extensão é de 800 metros e nela se localiza uma salga, indústria de limpeza e embalagem de pescados.
   Cordas – Em seus 200 metros, possui mar com águas claras e com ondas que proporcionam a prática do surf. Possui poucas casas, em sua maioria de veranistas que residem em outros lugares.
   Costeira – São os turistas que visitam o local com de “scunas” e os moradores seus freqüentadores. A vista de barcos ancorados e abrigos para embarcações dos pescadores fazem parte do seu dia-a-dia. São 300 metros de mar tranqüilo para os banhistas, e próximo a praia há restaurantes e bares para todos os gostos.
   Fazenda da Armação – Praticamente frequentada por moradores do local, em sua maioria pescadores, e além dos abrigos, que eventualmente servem de estaleiro, para os barcos de pesca.
   Figueira – Mar calmo, muito próprio para banhistas. Os seus 70 metros são freqüentados por celebridades de todo o país, muitos deles com casas de veraneio na localidade.
   Grande – Na temporada de verão é bastante movimentada, principalmente por veranistas e turistas. É ótima para a prática do surf, possui mais de um quilômetro de extensão, e tem boa estrutura de restaurantes, bares e lanchonetes.
   Henrique Costa – Praticamente uma praia particular, com poucos moradores e poucas propriedades de veranistas. 
   Ilhéus – É uma praia deserta, bastante procurada por surfistas e por quem gosta de aventura e paisagens cinematográficas.  
   Magalhães – Águas límpidas e claras, nela há belas casas de veraneio, principalmente de moradores de Florianópolis e região metropolitana.
   Palmas – Com certeza a mais charmosa praia da região. Possui belas construções, em estilo bem moderno e é a praia mais procurada do município. São 2,5 km de praia com areia fina e límpida, suas águas são calmas e apropriadas para banhos. Nas proximidades há bons restaurantes, bares e lanchonetes.
   Porto – É uma praia deserta, existe uma antiga fábrica de gelo que está abandonada. Em uma extensão de 800 metros de praia, onde dificilmente se vê visitante, o mar é calmo e por esta razão, é uma rota preferida pelas scunas que passam por ali. Fica de frente para a baia dos golfinhos.
   Tinguá – Outra praia praticamente deserta, tem 300 metros de extensão, tem um hotel, é bastante movimentada na época de temporada. O mar se apresenta em determinadas ocasiões, calmo para banhos, e em outras oportunidades torna-se ideal para a prática do surf.
 EVENTOS
    Como acontece na maioria dos municípios do litoral brasileiro, os eventos mais importantes de Governador Celso Ramos estão ligados à religiosidade, principalmente entre os pescadores. No mês de fevereiro, a Festa de Nossa Senhora dos Navegantes é uma das mais tradicionais. Outra festa que é tradicional é a Festa do Divino Espírito Santo, e em junho, principalmente por ter na pesca sua principal fonte de renda, a Festa de São Pedro, padroeiro dos pescadores, é muito importante.
   Uma manifestação popular, que sempre acontece durante a quaresma, tanto em Governador Celso Ramos, como em cerca de várias comunidades de pescadores em Santa Catarina, é a controvertida Farra do Boi. De um lado, os descendentes de açorianos tentando manter uma tradição de mais de duzentos anos. De outro lado, os ecologistas e defensores dos animais e também a lei, que proíbe tal prática. Mas, perguntamos. E as touradas na Espanha? Onde o touro é primeiramente deixado nervoso pelos picadores, depois os “bandarilheiros” o ferem com as “bandarilhas”, fazendo com que o animal sangre até a exaustão. E depois, o grande “herói”, o toureiro lhe mata com sua espada certeira. Esta tortura dura mais de uma hora. Perguntamos: O mundo todo, inclusive nós brasileiros, o que fazemos junto à comunidade internacional? Nada. E a Festa de San Firmino, também na Espanha, que atrai grande número de turistas, onde touros são soltos na rua, e em sua corrida louca, não só se ferem e são feridos pelos passantes, como já houve casos em que deixou vitimas, humanas, fatais. Hoje, tivemos informações, que a Farra do Boi se faz de forma mais branda, colocando-se o boi em um cercado e apenas provocando-o, para em seguida, quando ele investe contra a pessoa, ela corre e sobe pela cerca para se proteger. Não estamos fazendo apologia a farra do boi, mas, é um caso a ser pensado, ou melhor, regulamentado.
 HOTELARIA
    Embora não possua uma grande rede de hotéis, em Governador Celso Ramos há opções de hospedagem que vão desde uma modesta pousada, até ao mais requintado hotel de praia do país. Tudo para tornar o descanso e o lazer do turista, como se estive em sua própria casa.
 GASTRONOMIA
   Os costumes gastronômicos estão ligados as origens açorianas, e como a pesca é uma das heranças dos Açores, a gastronomia local é baseada em frutos do mar. Os destaques ficam para o Marisco Lambe-Lambe – um risoto feito com mariscos na casca, a Tainha Assada na Folha de Bananeira e o Peixe Frito com Pirão. Aliás, o Peixe Frito com Pirão, deveria ser considerado o prato típico da região, pois só os açorianos sabem faze-lo com grande maestria.

COMO CHEGAR

   Governador Celso Ramos localiza-se na Rota do Sol, entre Florianópolis e Balneário Camboriu, quem sai de Curitiba no sentido Florianópolis, pela BR 101, na altura do Km 182, quarenta e cinco quilômetros antes de Florianópolis, deve tomar a SC 410, totalmente asfaltada, que levará o visitante até a sede do município. Outra opção é pelo mar, podendo contar com marinas e ancoradouros de fácil acesso.
 SERVIÇOS
  O visitante encontrará na sede do município, agência bancária, supermercados, agência dos correios, médicos e dentistas, farmácias e postos de saúde, serviço de telefonia DDI e DDD e a captação de todos os canais de televisão, tanto convencionais como a cabo. A Policia Civil como a Militar se fazem presentes, para dar segurança aos turistas e conta também com um posto do Corpo de Bombeiros. A sede do município fica em Ganchos do Meio, e Prefeitura Municipal está localizada na Praça 6 de novembro, 01 – para informações (48) 3262-0141 e o site –: www.governadorcelsoramos.sc.gov.br
   Esperamos ter oportunizado ao leitor, conhecer uma das mais belas regiões do litoral catarinense. Ainda meio nativa, mas com muito a oferecer, numa época onde a poluição, em todos os sentidos, e a falta de respeito à natureza está acabando com o que ainda resta.
   Vale a pena.   
 
 

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